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12 de maio de 2022

A Corregedoria-Geral do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) realizou na terça-feira (10), em parceria com a Ouvidoria do MPRN, uma audiência pública na cidade de Pau dos Ferros com o objetivo de ouvir a população, gestores públicos e demais autoridades do município e cidades do entorno (Alexandria, Almino Afonso, Apodi, Caraúbas, Luís Gomes, Marcelino Vieira, Martins, Patu, Portalegre, São Miguel e Umarizal), de modo a contribuir para o aprimoramento da atuação ministerial.

 “Este é o momento de saber como o Ministério Público está atuando na região. Aqui, todos têm espaço para sugerir, elogiar, reclamar”, afirmou a corregedora geral, procuradora de Justiça Iadya Gama Maio, ao iniciar a audiência pública, realizada no auditório Maria do Socorro Lopes Correia, da Casa da Cultura, na praça da Matriz de Pau dos Ferros.

Esta foi a segunda de uma série de audiências públicas regionais que estão sendo realizadas pela Corregedoria, em parceria com a Ouvidoria do MPRN, em todo o Estado. A primeira ocorreu no dia 26 de abril, em Caicó, e reuniu as Promotorias de Justiça de Caicó, Acari, Currais Novos, Cruzeta, Jardim do Seridó, Jardim de Piranhas, Jucurutu, Florânia, Parelhas, Santa Cruz, São João do Sabugi e Tangará.

A conselheira tutelar de Pau dos Ferros Cosma Freire elogiou a atuação do MPRN na cidade. “Em termos de Promotorias e de Ministério Público, estamos bem assistidos e contamos com um promotor e assessores que dão toda a assistência ao Conselho Tutelar”, afirmou.

Para o conselheiro tutelar de Patu Raniere Alves “a audiência pública foi um momento louvável, importante e oportuno de um maior contato com o Ministério Público. É o momento de darmos as mãos. A comunidade pede e se sente representada pelo MPRN. Só precisamos alinhar os pontos para que as coisas deem certo”, destacou.

“É gratificante poder voltar a Pau dos Ferros. Pelo tempo que passei aqui, conheço todos os municípios do Alto Oeste. Sei dos problemas e angústias por que passam os colegas e a população. Estamos aqui literalmente para ouvir. Estamos do mesmo lado, o da população, o da sociedade. Só que cada um na sua esfera de competência, no que diz respeito aos órgãos aqui presentes, como Creas, Cras, Conselhos Tutelares”, explicou o ouvidor-geral do MPRN, Rodrigo Pessoa.

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