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7 de outubro de 2020

O Laboratório Central do RN (Lacen), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), realizou, até o momento, 47.992 exames por RT-PCR – considerado padrão-ouro para diagnóstico da Covid-19 –  em pouco mais de 6 meses, o que gera uma média mensal aproximada de 8 mil exames por essa metodologia. Destes, 35,4% foram positivos e 64,3% negativos. Agosto e setembro foram os meses com maior testagem com 11.476 e 9.852 exames liberados, respectivamente.

Os dados foram apresentados por Derley Galvão, diretor administrativo do Lacen, nesta quarta-feira (07). Desde o início do mês de outubro, a média diária de recebimento de amostras pelo laboratório é de 345, mas a unidade possui capacidade para realizar até mil amostras por dia.

“Estamos conseguindo liberar os resultados do RT-PCR no mesmo dia ou em até 24 horas, o que mostra o planejamento e preparo da equipe. O Governo do Estado investiu cerca de 2 milhões de reais em equipamentos e estamos conseguindo realizar os exames de forma regionalizada também”.

Para a sorologia por quimioluminescência, a Rede Laboratorial de Saúde Pública, que compreende o Lacen e os Laboratórios Regionais de Caicó, Mossoró e PAU DOS FERROS, analisou, até o momento, 16.498 amostras. De acordo com Derley, este exame é mais sensível e específico e consegue diferenciar de forma mais efetiva as imunoglobulinas IGg e IGM, que indicam se a pessoa teve contato mais tardio ou mais recente com o vírus.

Números

De acordo com o boletim epidemiológico da Sesap, nesta quarta-feira (07), foram 71.898 casos confirmados para Covid-19, 39.508 suspeitos e 152.109 descartados. Até o momento foram confirmados 2.412 óbitos, com 6 novos óbitos registrados do boletim de ontem para hoje, sendo 1 óbito nas últimas 24h e um total de 316 óbitos em investigação.

A taxa de ocupação de leitos está em 38%. Até o final da manhã desta quarta (7), existem 209 pessoas internadas em leitos críticos e clínicos em unidades de saúde públicas e privadas do estado.

Por região de saúde, a ocupação de leitos está em 32% na região Metropolitana, 55% no Oeste, 60% no Alto Oeste, 40% na região do Seridó, Mato Grande com 50% e Trairi/Potengi e Agreste estão sem pacientes internados em leitos de UTI.

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