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28 de maio de 2019

Em 2018, segundo dados oficiais obtidos na página do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, no município de Pau dos Ferros, localizado na região do Alto Oeste, estavam aptos a votar 19.399 eleitores. No entanto, compareceram às urnas, apenas, 15.731 (81,09%). A abstenção foi de 3.668 ou 18,91%.

Já os votos válidos – nominais somados aos de legenda – totalizaram 13.574 (12.811 nominais + 763 de legenda). Nulos foram 1.466 e brancos 691.

Os números referem-se à votação para deputado federal, que era o primeiro da lista à disposição do eleitor no pleito do ano passado na urna eletrônica, e podem servir de referência para a eleição do próximo ano aqui nesta cidade.

Como sabemos, na eleição municipal vindoura não haverá mais coligação na chapa proporcional, isto é, para vereador em todo País. A legislação só permite para Prefeito. Assim sendo, cada partido terá de lançar uma ‘nominata’ (relação de candidatos) ‘puro sangue’ com uma vez e meia a quantidade de vagas.

Levando-se em consideração que a Câmara Municipal de Pau dos Ferros, atualmente, dispõe de 11 vagas, este número de postulantes, em cada sigla partidária, seria de 17 candidatos. Por outro lado, acaso os vereadores aprovem o aumento das cadeiras para 13, as legendas terão entre 19 e 20 indicações de candidatos, preservados 30% para ambos os gêneros.

Pois bem . . .

Usando como parâmetro os votos válidos da eleição de 2018 (13.574), os partidos X, Y e Z terão de obter 1.233 votos para eleger um vereador (no caso de 11 vagas), desde que este obtenha, pelo menos, 10% desse número, ou seja, 123 votos. Para eleger dois serão necessários 2.466 e por aí vai.

Na verdade, para simplificar, serão eleitos os MAIS VOTADOS de cada partido, desde que obtenham o quociente eleitoral exigido pela legislação em vigor; diferentemente de pleitos anteriores onde existiam os ‘puxadores de votos’ que davam carona a candidatos com menor expressão nas urnas em detrimento de outros mais votados em coligações adversárias.

Na minha singela opinião, as mudanças foram oportunas e justas, posto que, de fato, agora, os representantes do povo serão aqueles que a maioria dos eleitores escolheu.

A temporada de caça aos votos está aberta. Engana-se quem pensa o contrário.

2020 é BeM ali!

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