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27 de novembro de 2017

Como costumo escrever, desde os 13 anos de idade que estou socado no meio de campanhas políticas. De lá pra cá, já vi de tudo um muito. No entanto, o que vislumbro agora em 2017, ano pré-eleitoral, é atípico, pelo menos aqui no Rio Grande do Norte.

Num passado não distante, mal terminava o pleito, já se tinha em mente os nomes dos prováveis postulantes à chefia do executivo norte-rio-grandense. Existia até o chamado ’governador de férias’. Esses fenômenos sumiram, igual a acetona.

Pois é. . .

Faltando menos de dez meses para a eleição de 2018, ninguém se arvora em dizer quem, de fato, vai disputar o cargo máximo do Estado. Até o momento, não surgiu, pra valer, nenhum salvador da pátria potiguar, que está acéfala.

Com a prisão de ícones da politica estadual, e mais uma carrada de denúncias judiciais feitas a outras figuras carimbadas, está difícil encontrar agulha nesse palheiro.

E tem mais. . .

Quando os candidatos surgirem, e eles haverão, sim, de aparecer, nem que seja nos 45 minutos do segundo tempo, estejam com nódoas ou não, bichados ou não, creio que a campanha será feita, praticamente, via rádio, tv e mídias sociais.

Acho pouco provável que surja alguém com capacidade suficiente para arrebanhar multidões – em passeatas, carreatas e comícios -, como antigamente, pra ouvir ‘prosopopeia flácida para acalentar bovino’; a popular ‘conversa mole para boi dormir’, sem ser comido na vaia.

Os tempos são outros – e o povo está cansado de promessas vãs!

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