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4 de outubro de 2017

O advogado do presidente Michel Temer, Eduardo Carnelós, classifica a acusação da Procuradoria-Geral da República como torpe e acusou Rodrigo Janot e integrantes do Ministério Público Federal de tramar com delatores, que são criminosos confessos. Carnelós frisou, na peça apresentada à Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, que a principal acusação contra Temer é “sua atuação política, que jamais poderia ser criminalizada”.

Em 89 páginas, Carnelós defende que a narrativa da denúncia é confusa e inverossímil. Da mesma forma que a primeira denúncia, não há crimes imputados a Temer, nem indícios que merecessem ser investigados. “Os relatos apresentados são pífios, incapazes de levar à caracterização de crimes, e servem, somente, aos propósitos escusos daquele que deixou há pouco a chefia do Ministério Público Federal”, afirma.

Carnelós chega a acusar Janot de cometer crimes para conseguir a acusação e contra-ataca ao dizer que o único propósito do ex-procurador-geral era derrubar o governo. “À época da apresentação daquela primeira deliberação dessa Casa, ainda não se conheciam fatos que viriam a lume depois, os quais tornaram ainda mais evidentes os métodos sórdidos utilizados pelo então procurador-geral e seus parceiros privados”, defende.

Agência Câmara

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