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2 de outubro de 2017

Conhecidos como “os mártires de Cunhaú e Uruaçu”, os Padres André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, que foram muito torturados, o leigo Mateus Moreira, que teve o coração arrancado pelas costas, e mais 27 foram martirizados, em 1645, em decorrência das invasões holandesas no Brasil e no Rio Grande do Norte, cujos protagonistas do massacre professavam a religião Calvinista. Mais de 80 fiéis da Igreja Católica foram mortos.

Em reconhecimento ao feito dos Mártires de Uruaçu, em junho de 1989 o processo de beatificação foi concedido pelo Vaticano. No ano de 1998, o papa João II assinou o decreto reconhecendo o martírio de 30 religiosos brasileiros, enquanto que a beatificação aconteceu em março de 2000, na Praça de São Pedro, na Santa Sé.

No próximo dia 15, os martirizados serão consagrados santos pelo Papa Francisco, em Roma.

Há onze anos, o dia 03 de outubro é feriado estadual em memória desses mártires,  segundo a Lei nº 8.913/2006. A data refere-se ao massacre realizado em Uruaçu, com requintes de crueldade, onde as vítimas tiveram as línguas arrancadas para que não fossem proferidas orações católicas. Além disso, tiveram braços e pernas decepados. Crianças foram partidas ao meio e degoladas.

Homenagem

Em homenagem ao morticínio, foi erguido um monumento na localidade de Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante, próximo aonde ocorreu o martírio, denominado ‘Monumento aos Mártires’, que foi inaugurado no dia 05 de dezembro de 2000.

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